O chamado nasce com o local certo e a foto do problema.
Quem pede o serviço não precisa de aplicativo: pelo QR Code, unidade, ambiente e equipamento chegam preenchidos. Cada chamado vira uma ocorrência com código próprio.
O solicitante lê o código com a câmera do celular. Unidade, ambiente e equipamento chegam preenchidos; ele só descreve o problema.
Você decide o que o QR abre: a página pública do ativo, com informações e o botão Abrir chamado, ou direto o formulário.
Para volume alto, quando não dá para controlar o acesso de todos. Pelo navegador, a pessoa se identifica, descreve o problema e anexa até 3 fotos.
Logo, título, texto de apoio e cor. Renomeie campos e defina quais aparecem e quais são obrigatórios; Unidade e Descrição ficam sempre obrigatórios.
Saiba mais: Centralizar chamados corretivos












